21/01/11

O Cantinho da Pulga ^^ I

Do costume

- Para mesa do costume é o costume .
O empregado dirige-se com o copo na bandeja. Ninguém diria que aquela perícia toda adquiriu ao longo dos anos. Tem outro dom, o de ler a cara das pessoas, excepto a cliente da mesa do costume.
'É um mistério' dizem alguns, outros vão apostando em que 'São fases, senhores !', mas não o empregado, esse não vai cá em cantigas.
Pousa o copo ao lado do caderno. Lá de trás do balcão vê-a sempre a escrevinhar qualquer coisa, mas quando pousa as bebidas apenas vê as conhecidas e aborrecidas linhas azuis. Que raios.
E como de costume chegou a amiga ou conhecida ou lá que era. Pediu do costume. Não, era amiga, ninguém ficava só conhecido por tanto tempo. Chegou mesmo a horas, tinham acabado de tirar as batatas do óleo. A miúda tinha pontaria. Mas que raios!
Murmuravam durante horas uma em frente da outra, dando pequenos sorrisos, com o prato a esvaziar e o copo já vazio. Então a amiga pegava no caderno e rabiscava a lápis. Escrevia meio caderno apenas aquele bocadinho que ali estavam. Depois despediam-se. A pequena deixava uns trocos em cima da mesa e saía praticamente a saltitar. Como é que um par de horas deixava alguém assim? Raios!
A cliente pegava no caderno e lia com um sorriso nos lábios. Começava a desenhar, desenhos que ao longe parecem perfeitos [e era isso que eram para o empregado] mas que ao perto são apenas rabiscos. E a cliente lá ficava mais um par de horas, com o copo à sua frente, o prato por levantar, e as moedas que chocalhavam umas contra as outras quando ela apagava. 'Mas era tão bonito!', murmurava o empregado.
Então, normalmente num dia normal, o empregado levantava a mesa, a cliente pagava e no dia a seguir estavam lá todos outra vez. Mas não hoje, hoje não. Dirigiu-se à mesa e enquanto levantava o prato e o copo perguntou o porquê de a cliente ter apagado tudo. Um bocado surpreendida, lançou o sorriso e disse 'são costumes...', 'Que pena. Era tão bonito...'. A cliente lança-lhe o sorriso nº10 quase nº11[Raios! O nº 11 é que é] e sai. Não faz mal. Amanhã volta.

'Ouviste? A mesa do costume está vaga!'
O empregado pega na bandeja. Espera. O quê? Vaga? Então e a cliente? E onde está o sorriso nº11? E a amiga?
'E o mistério?' perguntam uns, enquanto os outros respondem, que tinha razão que 'eram fases, senhores!'. O empregado tira as batatas do óleo e não há sinal da amiga. Quebraram o costume. Raios.

O cantinho da Pulga ^^

Boas! Venho dar conhecimento a todos os que acompanham o meu blog que acaba de surgir uma nova rubrica intitulada "O Cantinho da Pulga!".
Tal como o nome indica é um cantinho onde a minha amiga Pulga escreve e rescreve, conta e reconta, tudo o que lhe apetece.
Espero que gostem! XD

11/12/10

Letter to my bestfriend!


Há algum tempo que quero fazer este post! Já é tempo, já passou tempo demais...

Adorei! Adorei TUDO.
Quando saí daqui já tinha em mente que me iria divertir e que iria gostar da viagem que ia fazer, só nunca pensei que fosse ser tanto.
Revi amigos, convivi com eles. Vivi e senti-me viva, como já algum tempo não sentia. Porque eles são parte do meu oxigénio... quando tenho falta fico murcha que nem uma planta.
Tudo isto porque quero agradecer em especial a uma dessas pessoas que me fazem feliz!
Obrigada! Na última noite foste Sofia! Sabes... emocionei-me quando entrei no bus pois senti algo muito bom... que gostas de mim. Só gostando de mim é que ficas acordada uma noite inteira para irmos as duas sair e para que eu não adormeça, apanhe o autocarro e vá trabalhar de directa! Adorei e espero que saibas que também gosto muito muito de ti!
E sabes mais uma coisa? É bom saber que, embora tenha sentido que algumas pessoas se deixaram "afastar" pela distancia, algumas, poucas mas boas, ainda ficam por perto e sentem a minha falta.
Sentir que alguém sente a nossa falta é muito bom. É sinal de que somos importantes para esse alguém. Caso não nos queiram falar ou não sintam a nossa falta é porque não somos importantes... é porque não faz diferença que existamos no seu mundo. Por isso quero-te dizer que sinto imenso a tua falta! És importante, quero-te por perto!
Um muito obrigado a ti por existires e 'tares sempre lá para mim!
Beijinho*

01/12/10

Mais um Selinho =)


1ºRepassar o selo para dez blogs:
Oh pah! não sei... Vou enviando aos poucos, tá bem? ^^
.Zoo.Lógico
.
Não posso, é?
(por agora é só... :P)

2ºAvisar cada blogueiro 3ºFalar 10 coisas sobre você:
1. Adooroooo os meus amigos.
2. Adoro a neve.
3. Detesto aquelas que pensam que têm a mania.
4. Gosto de Vila Real, principalmente por quem lá está.
5, Sou um pouco tímida, às vezes.
6. Adoro ficar sentada no sofá, enrolada num cobertora beber uma bebida quente em dias chuvosos, cinzentos e frios. :P
7. Preso, acima de tudo, a amizade.
8. Já disse que adoro todos os meus amigos? XD
9. Não gosto de espinafres, tomate.
10 Tenho os melhores amigos do mundo! *.*

19/11/10

Maravilhas do Facebooka 3

"Sentir o nosso coração ao mesmo tempo que o de alguém a quem damos um abraço faz-nos de tal maneira bem à saúde, traz-nos uma tal paz, que até existe uma forma de tratamento chamada Terapia do Abraço. Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura. Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco. No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha. Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram. São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta."

In
-Frases que nos fazem pensar!